Sunday, July 19, 2009

 

Oscar Quiroga - 630


O CONFORTO


Que humano preferiria uma lenta e confortável decadência ao radiante e magnífico vôo do espírito? Ninguém em seu são juízo faria isso, todos nos apressaríamos a responder. Porém, na prática é isso que fazemos, nos lançamos corajosamente ao desespero e contaminamos centros sagrados de nossos corpos e almas com pensamentos terríveis ao passo que fugimos apressadamente das tensões e angústias que se tornam necessárias para aceitar o espírito no coração. Assim é que o conforto tornou-se um destino em si mesmo e não mais o lugar de justo descanso depois das batalhas. De tanto confortar-se nossa humanidade amolece em seu desespero, aceitando a lenta decadência enquanto o aceno do espírito a aterroriza, porque a lembra de sua responsabilidade.

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Saturday, July 18, 2009

 

Oscar Quiroga - 629


A ALIMENTAÇÃO


Da mesma forma com que nossa humanidade precisa ingerir diariamente alimento tirado da Terra para subsistir fisicamente, todos os dias, também, deve alimentar-se com o que vem do céu. Quem dispensa os deuses e deusas fica com a alma desnutrida e, como bem se sabe, a desnutrição gera ignorância. A mesma sistemática da alimentação física há de ser treinada para tornar-se consciente e visível a relação que nossa humanidade mantém com os deuses e deusas de todas as religiões. O alimento físico outorga os nutrientes para que o corpo funcione devidamente enquanto que o alimento espiritual revela a proximidade e colaboração dos seres sutis. Assim, nossa humanidade poderá levar uma vida íntegra e feliz, existindo nos dois mundos, físico e sutil.

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Friday, July 17, 2009

 

As Mamas dos Homens


Não é da natureza humana masculina o desenvolvimento das mamas em qualquer época de sua vida. No entanto, se você for a uma praia ou a uma piscina, você irá ver uma grande porcentagem de adultos e até crianças, do sexo masculino, com os seios bem salientes. Por que isso ocorre? Porque o nosso corpo armazena o seu material tóxico em muitas partes do nosso organismo, e as mamas é um desses locais de acúmulo de toxinas. Até nas mulheres, seios volumosos naturalmente (sem implante artificial de silicone) é sinal de excesso de toxinas no corpo (portanto, com maior probabilidade de ter câncer no seio). O normal é o seio feminino apenas se avolumar no período da gravidez. Portanto, se você for um ser humano do sexo masculino e já está com seios hipertrofiados, tome esse fato como um alerta de que o acúmulo de material tóxico em seu corpo já está excessivo.

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Oscar Quiroga - 628


O PODER DA COOPERAÇÃO


Enquanto isso, aqui na Terra mesmo os mínimos sinais de cooperação entre os humanos guardam em si a semente de significados cósmicos. Cada olhar de relance, cada aperto de mão, cada tapinha nas costas, cada pensamento, tudo que for sinceramente concedido em nome da cooperação adquire um significado transcendental e coloca em movimento a Vida que aguarda esses sinais para circular com a sua graça habitual. O lado trevoso da humanidade conhece o poder da cooperação, vemos quão organizados são os criminosos e quão fiéis são entre si. Uma vez que o lado luminoso de nossa humanidade também decida emergir de seu isolamento e fazer uso da cooperação, a Vida fluirá graciosa, recriando a civilização e erradicando para sempre a miséria.

Imagine seu coração como uma chama que luta por elevar-se ao céu do qual é parte integrante, mas que encontra nos pensamentos uma densa camada de obstáculos que impede a ascensão. Vale a pena purificar a mente.

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Thursday, July 16, 2009

 

O Último Suspiro - 3


Já analisamos os dados diários de falecimentos e dados climáticos (temperatura máxima diária, precipitação e poluição) referentes a todos os meses de 2006, 2007 e 2008, na cidade de Campinas-SP. Podemos tirar algumas conclusões:

1. Em todos esses 36 meses, sem exceção, sempre morreram mais pessoas do sexo masculino do que do sexo feminino, em cada mês analisado. Eis a média mensal do excesso de falecimentos masculino sobre o feminino nos três anos analisados:

2006: 49,0 [significado: na média, em cada mês de 2006, faleceram 49 homens a mais que os falecimentos femininos]
2007: 52,7
2008: 53,8

2. A cada ano que passa, aumenta o número médio de mortes mensais desse ano:

2006: 390,5 falecimentos/mês, em média.
2007: 426,0 falecimentos/mês, em média (aumento de 9,1% sobre ano anterior)
2008: 445,5 falecimentos/mês, em média (aumento de 4,6% sobre ano anterior)
2009: 464,3 falecimentos/mês, na média dos 6 primeiros meses (aumento de 4,2% sobre ano anterior)

Existem duas possíveis explicações para esse comportamento: aumento natural da população ou degradação das condições ambientais. No entanto, não acredito que a população da cidade de Campinas tenha aumentado na mesma percentagem do aumento médio de falecimentos. Portanto, sobra a hipótese de degradação das condições ambientais.

3. Apesar de todo o alarde com relação ao aquecimento global, parece que estamos entrando numa nova era glacial. Veja o valor da temperatura máxima média anual desses três anos analisados:

2006: 28,25 graus Celsius
2007: 27,97 graus Celsius
2008: 27,53 graus Celsius

4. Outras conclusões já tiramos, mas iremos apresentá-las posteriormente, quando já tivermos computado os valores numéricos associados a essas características.

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Os Filhos e Filhas de Deus

"Todos nós somos filhos e filhas de Deus e Deus é amor incondicional"

Como criações de Deus, somos todos imortais; portanto, não se preocupe com a morte, pois ela não existe. O máximo que pode acontecer é "morrermos", como se diz corriqueiramente, significando perdermos o nosso corpo físico, este belo presente divino, se não soubermos tratá-lo dele corretamente. Como somos todos irmãos, perante Deus, deveríamos ter sempre uma grande alegria ao compartilharmos a nossa vida com um outro irmão. Deus se fragmentou em inúmeras vidas para poder experimentar essa agradável sensação de alegria do reencontro. Deveríamos fazer o mesmo nos nossos relacionamentos, nos alegrando com a interação com nossos irmãos, sem impor condições nesses relacionamentos. Deve-se gostar e amar os outros pelo que eles são (filhos e filhas de Deus) e não pelo que eles fazem: isso se chama Amor Incondicional. Não devo amar o outro apenas por ele me tratar de forma que eu considero adequada, mas sim pelo que essa pessoa é [filho ou filha de Deus, que a nossa "Equipe de Supervisão" (espiritual) colocou no nosso caminho, para nos ensinar algo importante]. É dando que se recebe: se você tratar qualquer pessoa bem, você será tratado(a) bem como retorno.

Outro ponto importante para observar na nossa vida é este ditado, atribuído a Hermes Trimegisto: "assim fora como dentro". Se o ambiente em que você vive está permanentemente bagunçado (sujo e desarrumado), o interior do seu corpo físico estará, também, bagunçado, propiciando o surgimento de doenças e morte. Portanto, esforçe-se por arrumar sua casa e o seu local de trabalho, pois o seu corpo físico irá agradecer...

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Oscar Quiroga - 627


SEM MISÉRIA


Enquanto isso, aqui na Terra, na batalha contra as trevas humanas convencidas de que o invento maldito, que é a miséria, deve ser perpetuado, a facção humana que viu outro panorama deve ser tenaz e corajosa, lendo na tensão que não a deixa descansar e que a angustia o seguro sinal de uma força superior se manifestando através dela. Circunstâncias sem precedentes se colocaram em marcha e atingiram seu momentum e a força que se manifesta só pode ser brandida de forma grupal, através da cooperação. A virtude da cooperação tem um significado cósmico que ainda não foi devidamente compreendido, mas que guarda em si a semente de não apenas a vitória desta guerra, mas também do alvorecer de uma nova civilização, sem miséria.

Pela força de vontade você pode alterar seu próprio pulso. Por isso, o que seria considerado impossível? Absolutamente nada, a não ser que você deixe de usar sua própria força de vontade. Só assim acontece a derrota.

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Wednesday, July 15, 2009

 

Oscar Quiroga - 626


O TAMANHO DA LUTA


Enquanto isso, aqui na Terra o momento é significativo, confronta as facções humanas que lutam em sentidos opostos. Por um lado há a facção que tem pleno interesse em preservar a miséria, o invento maldito de nossa humanidade. Pelo outro, há os que visualizam outro panorama, no qual esse invento maldito, que é a miséria, não tem mais lugar. Há tensões tão elevadas em jogo neste momento da história humana que não é mais possível levar uma vida normal, andar para frente é perigoso, recuar é perigoso, tudo é arriscado e envolve muita coisa. Só o lado daqueles que pretendem manter a miséria se convence de tudo estar bem, porque quem luta a favor de um novo panorama perde o sono e a paz, é consciente do tamanho da luta que se desenvolve na atualidade.

É legítimo lutar ferozmente para salvaguardar os interesses que se busca realizar. Porém, em determinado momento a alma sussurra uma necessidade maior, reorientar-se e reinventar o próprio caminho. As coisas mudam.

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Tuesday, July 14, 2009

 

Oscar Quiroga - 625


DESINVENTANDO A MISÉRIA


Enquanto isso, aqui na Terra nossa humanidade inventou a miséria e teremos de desinventá-la, porque essa brincadeira já estressou demais e não há como achar graça nela. Nossa humanidade deseja e ao desejar inventa, porque desejar é abrir as portas do mundo sutil. Porém, é difícil aprender a desejar direito, porque raras são as pessoas que conseguem manter o equilíbrio necessário para criar o mundo imaginado através do poder do desejo. O desejo, que é um poder que provém do Altíssimo, para ser usado direito demanda também elevação e dignidade. Na falta destas mínimas virtudes, através do desejo inventamos monstruosidades, como a miséria. Tendo todos percebido isso, agora só falta colocar a vontade para funcionar e desinventar a miséria.

Assim como uma tormenta pode tornar-se devastadora para os interesses que a alma busca realizar imediatamente, ao mesmo tempo ela traz consigo as sementes vindas de muito longe, a potencialidade de novas conquistas.

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Monday, July 13, 2009

 

Oscar Quiroga - 624


A MISÉRIA É UM INVENTO


Enquanto isso, aqui na Terra temos em nossa humanidade uma espécie capaz de brandir o poder dos desejos e com este criar mundos e fundos, mas temos também nesta espécie nossa a ignorância. Em nome dela saímos por aí literalmente brincando com fogo, inventando o que depois nos atormentará e fustigará. Nossa humanidade, por exemplo, inventou a miséria. É fácil fazer a aritmética da natureza e perceber que a miséria não existe por si mesma nem como resultado lógico da evolução. A miséria é a bofetada constante na face altiva de nossa espécie, a prova de sermos presunçosos demais ao mesmo tempo de administrarmos de forma desleixada o poder que brandimos. Felizmente, depois de milênios de sofrimento auto-infligido, parece que começamos a despertar.

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